quinta-feira, 16 de junho de 2011

Capadócia –


Vestígios de uma Civilização Intra-terrena e Extraterrestre:



Eu não sabia quase nada sobre as cavernas e as civilizações que habitaram a região da Capadócia e Anatólia, quando em 2009 resolvi ir á Turquia. Sabia apenas que era a terra do soldado guerreiro que desafiou a Elite da época e ficou conhecido na história como: “São Jorge”.  Foi ele que em meio á reunião das cortes romanas que programavam dizimar a todos os cristãos, se levantou espantado com aquela decisão e disse pela primeira vez que: “Todos os romanos deveriam se converter ao cristianismo”.




Todos os membros daquela reunião se espantaram de testemunhar um membro da “suprema corte romana” defender com tamanha ousadia a fé em Jesus Cristo. Ao ser questionado por um cônsul sobre a origem dessa ousadia e atitude, Jorge respondeu que aquilo tudo era por causa da VERDADE. 

O Cônsul insatisfeito e arrogante, ironicamente o questionou: “Mas o que é a Verdade”? E Jorge prontamente o respondeu: “A Verdade é Meu Senhor Jesus Cristo, a Quem Vós perseguis e Eu Sou Servo e nele confiando me pus no meio de vós para dar testemunho dessa verdade”.


Como Jorge mantinha-se fiel ao cristianismo, o imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Todavia, Jorge reafirmava sua fé, tendo seu martírio aos poucos ganhado notoriedade e muitos romanos, tomado as dores daquele jovem soldado, inclusive a mulher do imperador, que se converteu ao cristianismo. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito, mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303, em Nicomédia (Ásia Menor).



Mas quando estive em Istambul, algo me dizia que eu deveria ir pra lá e assim o fiz, pegando um ônibus que me deixou na cidade de Ürgup, depois de pouco mais de 10 horas de viagem. Nas paradas de ônibus nas estradas me recordo de ser observado pelos seguranças dos bares, que não eram poucos. Cada bar de beira de estrada tinha em média 10 seguranças paizana que ficavam orientando as pessoas na fila do caixa sempre atento se elas estavam ou não roubando. Eles tinham uma desconfiança declarada que não faziam questão nenhuma de esconder, assim como uma certeza nos olhos de que eu estava esperando uma oportunidade de “roubar” ou sair com a mercadoria que elegi para comer ou beber, “sem pagar”. Isso me ajudou a entender melhor a fama que os turcos criaram ao redor do mundo. Turcos, romenos, marroquinos, entre outras antigas nações que foram grandes impérios guerreiros e saqueadores, tem a mesma fama de serem ladrões ou aproveitadores ao redor do mundo (A Lei do Karma é Justa, Implacável e como a vida, jamais se apieda).

Durante a viagem, o visual da estrada, era de imensas plantações do que pareciam ser batatas, onde senhores velhos e senhoras de idade e de roupas que cobriam todo o corpo, mesmo debaixo de um sol escaldante, pareciam trabalhar sem jamais ter tido descanso ou férias.



Ao chegar á região conhecida como Capadócia, A Primeira impressão que tive foi de um imenso “glacê” de areia, com pequenas, médias e grandes montanhas basálticas, onde se abriam pequenas janelas e portas, onde pessoas pareciam estar vivendo da mesma forma, desde há muitos milhares de anos. É bastante impressionante. A Beleza natural singular que eu jamais havia pensado que existisse, parecia um conto de fadas venusiano. Parecia a superfície lunar ao vivo e a cores com um sol de rachar. 





O Povo daquela região parecia habitar aquelas terras há muitos milhares de anos. Ao mesmo tempo, seus olhos revelavam uma relação diferenciada com a existência, pareciam contaminados com os valores rastejantes reptilianos do capitalismo, a febre do ouro, a cobiça e ganância.  Faltava pouco mais de um ano ainda para que as informações que hoje trabalho sobre as raças extraterrestres como dos reptilianos chegassem a mim através de pesquisa e registros akáshicos. Mas meu inconsciente já estava estudando e recebendo informações sobre ela entrando em contato com aquela região, o povo turco, principalmente o povo da Capadócia e Anatólia.

Depois de uma parada de poucas horas em Ürgup, me dirigi a Göreme, onde encontrei um hotel barato e muito bom, com wi-fi, uma bela suíte a preço bem modesto que não ultrapassava os 10 euros/dia.

Foi á última vez que vi minha ex-namorada com quem convivi por nove anos e nos vimos por webcam. Foi a primeira e única vez que nos masturbamos juntos a distância, praticando o que as pessoas conhecem como “sexo virtual”. Aquilo serviu apenas para reforçar o imenso sentimento de engano que eu censurava dentro de mim a respeito dela e de nosso fracassado relacionamento.




Göreme foi a minha base. Ali pernoitava e durante o dia ia conhecer as diferentes cidades e suas atrações turísticas. A melhor coisa que existe em qualquer lugar da Turquia são as casas de banhos. 

Locais ancestrais que existem desde antes de cristo e os homens se reúnem para receber massagem e banho de outros homens que ali estão para esse serviço. Tudo feito com respeito e pudor, enrolado em toalhas de pano xadrez de diferentes cores, e auxiliado por espumas de banho e azeite de massagem.

Existe um contato humano dentro desses lugares, que não é feito através de palavras. Como se esse serviço de limpar o corpo do outro e massageá-lo como uma profissão e não com interesses de sedução ou eróticos, fosse a verdadeira forma cristã de os turcos manterem suas raízes vivas.



No primeiro dia em que eu cheguei, havia um velório em praça pública. Homens de semblantes tristes se amontoavam para carregar um caixão que senti, era de uma pessoa querida e já bem anciã.


 




Como todos aqueles que acabam de chegar num lugar novo e tem tempo de sobra, fui aproveitar as atrações que imaginei que estavam mais perto do meu hotel e deixei para realizar os passeios mais importantes e de destaque no dia seguinte. 


Resolvi ir até o pico de uma montanha em frente o hotel, onde havia hasteada uma bandeira turca, encima de uma estrutura que parecia o teto de um observatório. Ali encontrei jovens estudantes de não mais de 15 anos, que fumavam marlboro e bebia coca-cola, o que também bebi enquanto os observava. Ali contemplei a paisagem, imaginei como teria sido para “São Jorge” vir da Palestina a cavalo e depois de tanto tempo ser conhecido como um ser daquela região: “Jorge de Capadócia”.





Era um imenso céu azul. Uma calma que eu estranhava já que tinha todas as minhas referências do mundo muçulmano, relacionado com as mentiras dos sionistas sobre o terrorismo árabe e todas as falsas informações que os meios de comunicação propagam insistentemente para que jamais saibamos quem são os verdadeiros governos do mundo e quem governa através do mal.




























Céu, mato, montanhas, areia basálticas que variavam do tom marrom ao rosa, pedreiras e marmorarias que pareciam ambientes fantasmas. Torres e minaretes adornavam quase todas as construções. 

Aquilo só parecia ocidente quando me dirigia as praças, bares e atrações turísticas. No caminho de uma das montanhas, reparei que; Os problemas de moradias enfrentados pelo governo turco, era facilmente resolvidos pelos cidadãos que escavavam suas casas nas montanhas de rocha e areia. 


 


Num desses caminhos havia um depósito de lixo, com um lindo gato de pêlo branco e laranja, assim como a bandeira da Espanha e dos estados unidos cobrindo algumas caixas de papelão, e uma embalagem das batatas pringles e ainda uma garrafa de água mineral. 


Pedi a um senhor que num desses buracos-casa vivia que me deixasse fazer uma foto dele em seu habitat, ele aceitou, me tratou muito bem e não parava de sorrir um sorriso que me dava aflição, pois seus dentes além de podres parecia estarem infeccionados á anos. Eu queria ter registrado seu sorriso franco e honesto sem dentes, mesmo com aquela estética grotesca, mas quando percebeu isso se limitou a cerrar os lábios e olhar com honestidade para a câmera.





Meus dois primeiros dias de passeio foram por florestas, bosques que pareciam encantados e aumentavam mais ainda a impressão de vida na antiguidade. 



As borboletas eram centenas, a luz que batia nas pedras era diferente do que eu estava acostumado. 


Algumas rochas guardavam desenhos rupestres religiosos de escombros do que um dia foi ritual de monges, que viviam em cavernas.  As Agências de passeios, apesar da simpatia de seus donos, se revelaram como verdadeiros mercenários capitalistas. Num dia em que eu desisti de fazer o passeio pois estava cansado, o motorista da agência esteve insistindo por quase uma hora para que eu fosse. Me esperou atrasando o passeio e irritando a todos, apenas para não perder dinheiro.Eu constrangido, acabei atendendo sua insistência e me desculpando com o grupo de turista que ele fez me esperar. 



Os turcos são assim, simpáticos, mas muito interessados. Não sentem a menor culpa em mentir para ter o mínimo de vantagem financeira. Graças a deus, para toda regra existe excessão e essa eu pude conhecer ao longo dos dias em que ali estive. Mas de fato “a regra” domina a essência dos atos daquele povo milenar, que ficaram conhecidos ao longo da história como excelentes bárbaros e comerciantes.



A perfeição das curvas nas esculturas da rochas, me davam a dimensão do quanto minha sensibilidade era grosseira para a arquitetura e que, se dependesse de mim e de minha inteligência, muito provavelmente a humanidade não teria saído da grosseria rupestre e estaria até hoje a luz de velas, pois eu não me imagino “descobrindo a eletricidade” ou ainda desenvolvendo técnicas de melhoria arquitetônica, seja em pedra, areia ou o que for. 
Foi ali pela primeira vez que eu de fato intuí e constatei que a tecnologia material que tem nos escravizado desde a queda do Egito e hoje ainda nos escraviza, não é de origem humana.









Infelizmente, no dia em que fui levado a conhecer as cavernas e cidades subterrâneas, onde dizem os turcos: “seres humanos” habitavam durante longos tempos de guerra, não contava com um bom flash para a câmera que tinha. Portanto as fotos saíram escuras, algumas completamente inúteis. 











Mas o que devo dizer é que, as cavernas da capadócia são sim grandes cidades subterrâneas, que contavam com mais de oito diferentes andares de cima abaixo, podiam abrigar até mais de 10 mil pessoas sem necessidade alguma de contato com o mundo externo. Havia lugar para os animais serem alimentados. As cidades possuíam lojas de alimentos, cozinhas, estábulos, igrejas, prensas de vinho e azeite, poços de ventilação, poços de água e uma escola religiosa.








As partes liberadas a visita turística não chegam a 10 por cento da realidade daqueles subterrâneos, que tem ligações com outras cidades através de túneis com mais de 20 quilômetros de distância. 


Aquilo me impressionou tanto, que naturalmente fui posto em contato com as teorias sobre a “terra oca”, os povos intra-terrenos evoluídos que estão no centro da terra e cuidam de parte da energia sagrada do planeta.

A história oficial nos afirma que graças a essa habilidade dos hititas e demais povos que dominaram aquela região e aprenderam a viver debaixo da terra, muitas guerras foram vencidas “por W.O”, ou seja: Os inimigos simplesmente encontravam “cidades-fantasmas” abandonadas sem pessoas que pudessem ameaçar e matar. Cristãos foram salvos de grandes massacres graças a esse singular talento de adaptar-se aos subterrâneos. Os monges que aquela região habitavam era especialistas nessa adaptação de trocar a superfície pelas cavernas e usar essa realidade como parte de sua dieta de “martírio” e “sacrifício”.












De todas as pessoas que conheci, a mais impressionante foi um senhor que tinha uma modesta barraca de vender diferentes tipos de chá. Passei aproximadamente duas horas com ele em seu agradável estabelecimento, onde fui apresentado a um famoso poeta turco, que recitou poemas em sua língua, em troca de eu recitar os meus em português.

Sem dúvida que os cenários do interior da Turquia, foram dos locais mais mágicos e belos que visitei em minha vida.




Ali em Capadócia, compreendi perfeitamente quem afinal era o tal "dragão" que São Jorge havia matado e que eu sempre me questionava se havia existido, em meus tempos de catecismo. Ali compreendi o porque a Igreja Católica Romana não Aceita, nem beatifica, nem reconhece São Jorge como um Santo e sobre isso não falam nada. 


Considero que pela primeira vez, entrei em contato com a realidade de seres reptilianos que se infiltraram no DNA da humanidade e estão camuflados até hoje entre nós, em nossa elite aristocrática e monárquica, como “seres humanos”, sendo que em verdade são híbridos de seres humanos e outras raças que habitaram o planeta. 

O próprio general e imperador Júlio Cézar foi conhecido em sua época e é reconhecido até hoje por historiadores sérios, como: “sobrinho e herdeiro direto da deusa Afrodite” e quem conhece a história e biografia de Julio Cézar,  estranha a sorte e ousadia desse brilhante general, que precisou ser morto por seus “amigos” e correligionários, para ser freado em sua ambição por poder e glória e para que a república fosse salva.

De fato o que a verdadeira história do planeta terra nos conta, seja através de livros sagrados como a “bíblia” ou através de pesquisadores que ousaram aceitar a marginalização e ridicularização da comunidade científica é que:
“Os deuses" quando viram as fêmeas humanas, ficaram por demais impressionados com a beleza dessas e assim as possuíram tendo filhos com elas e criando essa elite de seres híbridos de humanos com outras raças, Elite essa que ficou conhecida como “Os filhos dos Deuses”.Essa linhagem sanguínea diferenciada do DNA da raça humana está hoje entre os seres que conhecemos como as “Famílias Reais” e nas aristocracias que estão logo abaixo dessa na pirâmide de manipulação social. 

O mundo social em forma de pirâmide foi uma criação genial desses “Deuses” (e seres de outras raças que disputam a nossa escravidão e domínio) após o afundamento de Atlântida e início do império egípcio. Não é natural uma sociedade em forma de pirâmide, já que a própria forma de nosso planeta é esférica e circular. Tudo isso foi criado pela psicologia sanguinária de seres altamente evoluídos psiquicamente e que escolheram não evoluir mais, pois com o conhecimento que tem, são livres pelo universo.   

O futuro de nossa raça e de nossa sociedade tende a sair do formato pirâmide e migrar para harmonia circular.  Assim, nos próximo cem ou duzentos anos, acabaremos com a divisão de classes e todas as mentiras que fragmentam, manipulam e separam os seres humanos de um conceito de verdadeira irmandade e família.

Recomendo a todos que visitem a Capadócia e realizem suas próprias pesquisas e estudos a respeito da verdadeira história da raça humana e do planeta terra. Mais que fazer pesquisas, busquem conhecer vocês mesmos, acessar os registros akáshicos, onde toda a verdade está catalogada e pode ser acessada.

Que deus abençoe o conhecimento e a sensibilidade de todos.

Namastê
Ruy Mendes – junho 2011.










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